Foto: Agência Câmara
O deputado Eduardo Bismarck, líder da bancada federal do Ceará, enfrenta uma corrida contra o tempo até a manhã desta quinta-feira (7) para solucionar desacordos sobre a alocação de emendas do grupo.
A Comissão Mista de Orçamento devolveu o relatório de distribuição das emendas, pois faltavam as assinaturas de dois senadores, Cid Gomes e Augusta Brito, que se opuseram devido à ausência de destinação de R$ 158 milhões para o plano de tratamento oncológico estadual.
Dos R$ 316 milhões previstos, apenas cerca de R$ 95 milhões foram destinados à regionalização do tratamento do câncer.
Sem as assinaturas necessárias, a bancada corre o risco de perder os recursos, sem precedentes no Congresso Nacional.
Eduardo Bismarck busca resolver o impasse enviando um novo relatório antes do prazo estendido.
“O fato é que tem R$ 316 milhões — que é o valor previsto e que pode aumentar para mais de R$ 400 milhões — que a gente não sabe o que vai acontecer se a gente perder o prazo de amanhã. Cada parlamentar está se ancorando nos relacionamentos políticos que os partidos possuem, que eles possuem junto à Comissão de Orçamento, mas o fato é que ninguém sabe o que pode acontecer no dia seguinte. Estaremos voando às cegas, sem radar”, explica Bismarck.




