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A convenção do PDT que homologou a candidatura de José Sarto à reeleição em Fortaleza foi marcada por fortes críticas aos adversários. Sarto atacou diretamente Evandro Leitão (PT), chamando-o de covarde por se opor à CPI do Narcotráfico em 2018, e não poupou palavras contra Capitão Wagner (União Brasil) e André Fernandes (PL). Ele acusou Wagner de ser “o capitão dos motins” e afirmou que Fernandes é um “filhote de Bolsonaro”.
O ex-ministro Ciro Gomes também intensificou as críticas, direcionando suas acusações de corrupção e conivência com o crime organizado ao governador Elmano, ao ministro Camilo Santana e ao presidente Lula. Gomes destacou que os presídios do Ceará teriam sido transformados em fortalezas de facções criminosas.
Esses ataques indicam a postura combativa do PDT, que se prepara para uma campanha acirrada. Sarto, como atual prefeito, será o alvo principal dos demais candidatos, que desejam ocupar sua cadeira. A convenção mostrou que o PDT está pronto para o confronto, ciente dos desafios que virão pela frente.




