É ano eleitoral e, até as convenções partidárias previstas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 20 de julho e 5 de agosto, o ambiente político vira terreno de apostas.
No Ceará, as peças ainda se mexem. Na oposição, a pré-candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo é tratada como provável, mas não definitiva — e a vaga de vice segue em aberto, embora se especule o nome de Roberto Cláudio. Mais à direita, Eduardo Girão (Novo) mantém o discurso de candidatura própria, também sem fechar composição.
No governismo, o nome natural é o do atual governador Elmano de Freitas, embora persistam especulações sobre uma eventual entrada de Camilo Santana, que publicamente descarta a hipótese.
A vice-governadora Jade Romero deve disputar vaga na Câmara, o que abriu nova rodada de comentários. Nos bastidores, surge o nome da deputada federal Fernanda Pessoa, caso o União Brasil feche com a base aliada.
O pai dela, Roberto Pessoa, prefeito de Maracanaú, desconversa: “Sou contra, vice só serve para desejar a morte do titular”, brinca.
Enquanto o cenário não se define, Fernanda mantém o foco na reeleição à Câmara, em dobradinha com Firmo Camurça (na foto com Fernanda), que tenta novo mandato na Assembleia Legislativa do Ceará.
Esses cenários são ainda mais diversos quando o assunto é a disputa pelo Senado – 2 vagas em disputa, este ano. Aí é que as especulações abundam. Só na chapa governistas são pelo menos 9 opções. Mas, isso é assunto para um outro artigo…




