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Foi sancionada nesta segunda-feira (9) a Lei Nº 19.296/2025, que cria no Ceará a Campanha Régis Feitosa pela Conscientização e Diagnóstico da Síndrome de Li-Fraumeni. A data escolhida — 13 de agosto — marca o falecimento de Régis, em 2023, aos 52 anos, após uma batalha corajosa contra a síndrome genética rara que carrega o seu nome na lei.
Mais do que uma homenagem, a iniciativa apresentada pela deputada estadual Larissa Gaspar (PT) e sancionada pelo governador Elmano de Freitas, se transforma agora em política pública. A proposta é clara: dar visibilidade à Síndrome de Li-Fraumeni, uma condição hereditária que aumenta drasticamente o risco de diferentes tipos de câncer ainda na infância e juventude.
Régis Feitosa foi muito mais do que um paciente. Foi um exemplo de fé, de força e de propósito. Ao transformar seu diagnóstico em causa pública, ele mobilizou pessoas, médicos, parlamentares e instituições a olhar com mais atenção para os desafios enfrentados por quem convive com doenças raras.
A nova campanha anual deverá realizar ações educativas, facilitar o acesso ao diagnóstico genético e fornecer orientação para pacientes e familiares.
“O Ceará dá um passo importante na luta por mais informação, diagnóstico e acolhimento para pacientes e famílias afetadas por essa síndrome rara”, destacou a deputada Larissa Gaspar.
Transformar o sofrimento em legado não é para qualquer um. Régis fez isso com coragem e amor. Agora, sua memória segue viva, abrindo caminhos para que outras vidas tenham mais esperança.




