Fotos: Agência Senado
A composição da CPMI do INSS passou por uma reconfiguração significativa nesta semana, após o bloco governista perder a presidência e a relatoria da comissão para a oposição. Entre as alterações, os senadores cearenses Cid Gomes (PSB) e Augusta Brito (PT) deixaram de integrar o colegiado. Cid, que ocupava vaga de titular, saiu a pedido próprio, enquanto Augusta, que era suplente, foi substituída pelo colega de partido Humberto Costa (PT-PE). O também cearense Eduardo Girão (Novo) permanece como membro titular.
As mudanças fazem parte de uma estratégia de reorganização interna para reforçar a atuação do governo dentro da comissão. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), responsável pela articulação, coordenou as trocas que ampliaram a bancada petista de cinco para sete integrantes, consolidando o partido como linha de frente na defesa do Planalto.
No total, foram promovidas sete substituições. Além de Cid e Augusta, deixaram seus lugares Rafael Brito (MDB-AL), Eliziane Gama (PSD-MA), Eduardo Braga (MDB-AM), Alessandro Vieira (MDB-SE) e Otto Alencar (PSD-BA). Entraram, respectivamente, Teresa Leitão (PT-PE), Humberto Costa (PT-PE), Ricardo Maia (MDB-BA), Jussara Lima (PSD-PI), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e Paulo Paim (PT-RS).
Segundo interlocutores do governo, a ideia é assegurar maior engajamento dos parlamentares e garantir que a base aliada esteja representada por nomes considerados mais confiáveis e experientes. A expectativa é de que a nova configuração dê maior fôlego ao bloco governista na disputa política travada dentro da CPMI.




