A pré-candidatura de José Guimarães ao Senado em 2026 ganhou novo impulso com a moção de apoio aprovada pela Juventude do PT, unificando três correntes internas do partido. O gesto reforça a estratégia paciente do deputado, hoje o único petista que se movimenta com clareza pela vaga que, a preço de hoje, deve caber ao PT na composição governista. Romeu Aldigueri mantém seu nome no radar, mas corre por fora.
A segunda vaga da chapa deverá ser destinada aos partidos aliados. A preferência é do atual senador Cid Gomes (PSB), caso ele opte pela reeleição. Cid, no entanto, tenta abrir espaço para um correligionário, o deputado Junior Mano — movimento que não tem garantia de sucesso. De olho nesse espaço, também se articulam Eunício Oliveira (MDB) e Chiquinho Feitosa (Republicanos), ambos dispostos a entrar na disputa.
Guimarães, por sua vez, segue acumulando apoios importantes, incluindo o do presidente Lula e o da direção nacional do PT. O deputado, que em eleições anteriores recuou em favor da aliança, desta vez aposta na construção lenta e consistente para consolidar seu nome.
Com tantas variáveis e interesses em jogo, a definição só deve chegar na convenção, entre julho e agosto de 2026. Até lá, bastidores muito movimentados.




