A homenagem do Sindienergia-CE a Ricardo Cavalcante carrega um simbolismo que vai além da celebração pessoal.
Presidente da FIEC, ele representa uma agenda que ganhou espaço definitivo no planejamento econômico do Ceará: a transição energética.
Ao completar 25 anos, o sindicato reconheceu justamente quem ajudou a aproximar indústria, empresas, universidades e poder público em torno desse desafio.
Ricardo recebeu a homenagem com os pés no chão. “Ela representa muito mais uma causa do que uma conquista individual”, afirmou.
A declaração resume bem a natureza do setor energético, no qual nenhum projeto relevante avança sozinho.
A trajetória do Sindienergia-CE acompanha a própria transformação do Estado, que deixou a condição de mero consumidor para ocupar posição de destaque na geração de energias renováveis.
Nesse caminho, a atuação da FIEC ajudou a colocar temas como hidrogênio verde, inovação e competitividade no centro do debate.
Também foram homenageados Beto Studart, Roberto Proença de Macêdo, Marcus André Filgueiras, José Nunes, Alexandre Queiroz e Egídio Serpa.
Nomes de diferentes áreas, unidos por uma mesma construção coletiva.
As bodas são de prata, mas o horizonte apontado pela entidade permanece verde — e bastante promissor.





