Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Educação, Camilo Santana, está no centro de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre suspeitas de monitoramento ilegal realizado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
A revelação ocorreu após a autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para a Operação Vigilância Aproximada. A PF cumpriu 21 mandados de busca e apreensão, buscando evidências do uso do software FirstMile para espionar figuras de destaque durante o governo Bolsonaro.
O diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Segurança da Abin, Paulo Magno, teria sido flagrado pilotando um drone próximo à residência de Camilo Santana, quando ele era governador do Ceará.
Outros nomes de peso, como os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, também foram alvos dessa operação ilegal, na época em que a Abin estava sob o comando do hoje deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que planeja concorrer à Prefeitura do Rio de Janeiro este ano, com o apoio público do ex-presidente Bolsonaro.




