O ministro da Educação, Camilo Santana, utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (13) para tranquilizar os pais que têm filhos matriculados em escolas cívico-militares no Brasil. Segundo o gestor, a descontinuidade desse modelo de ensino não afetará os alunos.
“Quero garantir aos estudantes das 202 escolas integrantes do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), e a seus familiares, que não haverá fechamento de unidades e tampouco prejuízo aos alunos. A descontinuidade do modelo atenderá a uma política de transição, com acompanhamento e apoio do MEC junto a estados e municípios”, afirmou.
O ministro também ressaltou que os direitos dos alunos atualmente matriculados nas escolas existentes estão assegurados. Ele enfatizou que a prioridade é garantir os direitos dos estudantes e da comunidade escolar nesse grupo, que corresponde a apenas 0,15% das 138 mil escolas públicas do Brasil. Além disso, Camilo reforçou o compromisso do Ministério da Educação em investir em programas como Escolas de Tempo Integral e conectividade nas escolas, visando beneficiar toda a rede pública brasileira.
Com esse posicionamento, o ministro busca tranquilizar os pais e assegurar que as mudanças no modelo de ensino não causarão prejuízos aos alunos. O objetivo é garantir uma transição adequada e proporcionar o suporte necessário aos estados e municípios envolvidos nessa transição.





