Fevereiro mal começou e o Palácio da Abolição já opera em ritmo de pré-campanha.
Na volta dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Elmano de Freitas falou como quem organiza a vitrine das entregas do ano.
Obras, hospitais, mobilidade, estradas, concursos.
A mensagem foi menos defensiva e mais afirmativa.
Nos bastidores, a oposição insiste na tese de que o candidato natural seria Camilo Santana.
O próprio governador tratou de esvaziar o ruído com elogios públicos ao ministro,
ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
e ao senador Cid Gomes, pilares do mesmo bloco político.
Recado simples: o grupo está alinhado.
Depois do discurso, chamou a base para almoço no Abolição.
Cardápio político: conversa direta e promessa de destravar emendas e recursos para os municípios.
Um deputado resumiu o clima: leveza, disposição e agenda cheia.
Traduzindo: estrada aberta até o período eleitoral.
Se depender do calendário de inaugurações, palanque não vai faltar.
No Ceará, 2026 começa com cara de gestão — e cheiro de campanha.




