Fotos: Carlos Gbaja
Na manhã de sexta-feira, o Governador Elmano de Freitas do Ceará participou do lançamento do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio de Janeiro. O PAC, com um investimento total de R$1,7 trilhão provenientes de fontes públicas e privadas, tem como objetivo revitalizar projetos paralisados em todos os estados brasileiros, acelerar iniciativas em andamento e iniciar novos empreendimentos. O estado do Ceará está previsto para receber recursos para projetos de infraestrutura e equipamentos. O governador Elmano de Freitas destacou o impacto econômico e social das obras:
“O novo PAC traz ótimas notícias para os cearenses. O Ceará receberá investimento de R$ 73,2 bilhões em obras e serviços para melhorar a vida do nosso povo. É resultado do trabalho incansável do nosso governo junto ao presidente Lula, que atendeu as obras prioritárias para o Ceará”.

A iniciativa do governo federal prioriza diversos projetos-chave no Ceará, incluindo a duplicação da BR-116 até Tabuleiro do Norte, a adaptação do Anel Rodoviário de Fortaleza (BR-020), a ferrovia Transnordestina, expansão do Eixão das Águas do Ceará, construção do Cinturão das Águas do Ceará – Trecho I, ramal do rio Salgado e a retomada de mais de 8.200 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Adicionalmente, está planejada a construção da barragem Lago de Fronteiras. O novo PAC, organizado em nove eixos, planeja investir R$1,4 trilhão até 2026 e um adicional de R$320,5 bilhões após 2026. O programa está comprometido com a transição ecológica, neoindustrialização, crescimento com inclusão social e sustentabilidade ambiental. Espera-se que gere cerca de 4 milhões de empregos diretos e indiretos relacionados ao PAC.

O NOVO PAC
O presidente Lula assinou o decreto estabelecendo o PAC e enfatizou seu papel em promover a maior estratégia de investimento público na história do Brasil. O programa visa abordar disparidades sociais e regionais, gerando emprego, renda e cidadania para o povo brasileiro. A primeira edição do PAC foi lançada em 2007 durante o segundo mandato de Lula na presidência.
“Muito mais do que uma carteira de investimento público, o novo PAC é um compromisso coletivo, nascido de um amplo diálogo”, declarou o presidente.
Rui Costa, Chefe da Casa Civil, enfatizou que o programa será desenvolvido de forma interministerial, com responsabilidade fiscal, ambiental e social, em colaboração com estados, municípios, setor privado e movimentos sociais.
“Ao longo desses meses, tivemos diversas reuniões com os governadores, para chegar à definição e refinação dessas propostas. O Estado vai promover, estimular e apoiar a parceria público-privada”, disse.
Os eixos de investimento do programa abrangem uma ampla gama de iniciativas. Isso inclui garantir a inclusão digital e a conectividade, construir instalações de saúde, expandir o complexo industrial de saúde, melhorar a educação e promover pesquisas científicas, proporcionar acesso a espaços culturais e recreativos, fortalecer a infraestrutura urbana sustentável, garantir água limpa e acessível para todos, melhorar a eficiência e sustentabilidade do transporte, realizar transição e segurança energética e investir em inovação para a indústria e defesa.
A partir de setembro, o governo federal lançará chamadas para propostas totalizando R$136 bilhões para priorizar projetos adicionais em níveis estaduais e municipais. A ideia é impulsionar o desenvolvimento ao mesmo tempo em que promove sustentabilidade e inclusão, refletindo uma abordagem abrangente para enfrentar os desafios do Brasil.




