Fotos: Ascom/FIEC
No discurso de abertura do FIEC Summit 2023, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, enfatizou a urgência da transição energética, salientando que não existe um “plano B” diante das mudanças climáticas que são uma realidade gritante. O tema central do evento, o Hidrogênio Verde (H²V), destaca a importância de fontes de energia mais limpas e sustentáveis.
“E nessa corrida global, o Brasil desponta como um dos países com maior potencial para se tornar um importante player internacional da transição”, disse o presidente da FIEC.
Realizado no Centro de Eventos do Ceará (CEC), o Summit reuniu líderes da indústria e especialistas para discutir como o Ceará e o setor industrial estão preparados para desempenhar um papel crucial nesse processo. O presidente da FIEC enfatizou a necessidade de investimentos em inovação, que estão sendo realizados em muitos países para acelerar a descarbonização do planeta.
O Hidrogênio Verde, que é produzido a partir de fontes renováveis de energia, desempenha um papel fundamental na redução das emissões de carbono e na mitigação das mudanças climáticas. O Ceará, com seu potencial em energias renováveis, está bem posicionado para se destacar nessa área, aproveitando suas fontes de energia solar e eólica.
A mensagem de Ricardo Cavalcante é clara: a transição para uma economia de baixo carbono é inadiável. A indústria cearense está pronta para se adaptar a essa nova realidade e fazer a diferença na luta contra as mudanças climáticas. O FIEC Summit 2023 é um fórum importante para promover essa discussão e impulsionar ações concretas em direção a um futuro mais sustentável.
“O Ceará está no epicentro das iniciativas de hidrogênio verde, estabelecendo parcerias estratégicas com mais de 30 empresas nacionais e internacionais, e investimentos que ultrapassam os 29,7 bilhões de dólares. Esses acordos refletem um compromisso sólido com a produção de energia limpa e sustentável. A FIEC está comprometida com a transição energética, capacitando profissionais e fornecendo a infraestrutura necessária para pesquisa em energias renováveis”, afirmou Ricardo Cavalcante.





