Senado aprova projeto de Chiquinho Feitosa que regulamenta o mercado de carbono no Brasil

A regulamentação é uma iniciativa importante para combater as mudanças climáticas, incentivar a redução das emissões de gases de efeito estufa e aproveitar oportunidades econômicas relacionadas às atividades de baixo carbono.

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Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A passagem de Chiquinho Feitosa (Republicanos-CE) pelo Senado, ainda na legislatura passada, quando assumiu o mandato por quatro meses por conta de uma licença do então senador Tasso Jereissati, ainda rende frutos.

O Senado Federal aprovou projeto de sua autoria que regulamenta o mercado de carbono no Brasil. A pauta busca incentivar a redução da emissão de gases de efeito estufa.

O projeto cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e estabelece o Plano Nacional de Alocação.

Empresas que emitem 10 mil toneladas ou mais de dióxido de carbono estarão sujeitas à nova lei, com monitoramento rigoroso para aquelas que emitem acima de 25 mil toneladas.

O não cumprimento das regras pode resultar em multas que podem atingir até 5% do faturamento bruto da empresa.

O Brasil tem a oportunidade de se tornar um líder global nesse mercado, gerando receita adicional substancial e impulsionando seu PIB.

A regulamentação do mercado de carbono também pode facilitar negociações internacionais.

Com a COP30 prevista para ocorrer em Belém do Pará em 2025, essa iniciativa é um passo significativo em direção à sustentabilidade ambiental e econômica.