
Lula cobra dos EUA redução maior do tarifaço e reforço na parceria contra o crime
Após revogação parcial, governo avalia que setores industriais seguem mais vulneráveis às sobretaxas.

Após revogação parcial, governo avalia que setores industriais seguem mais vulneráveis às sobretaxas.

Medida dos EUA anima exportadores, mas governo brasileiro busca avançar em setores ainda prejudicados pelo tarifaço.

As conversas foram avaliadas como “produtivas e cordiais” pelo chanceler Mauro Vieira, que disse tratar-se de um “início auspicioso” para normalizar a relação bilateral.

Presidente americano disse que o foco do diálogo foi economia e comércio; Lula pediu fim do tarifaço e suspensão de sanções a autoridades brasileiras.

Presidentes discutiram comércio, sanções e aproximação diplomática em meio às tensões entre Brasil e Estados Unidos.

Videoconferência marca tentativa de reaproximação após tarifaço de 50% imposto por Washington a produtos brasileiros.

Conversa por telefone incluiu planos para saúde, energia, satélites e participação chinesa na COP30.

Pacote emergencial prevê apoio direto a setores mais afetados e tratativas para diversificar destinos das exportações.

Medida sem precedentes é vista como ataque a instituições democráticas brasileiras, aponta a revista britânica The Economist.

Ordem executiva eleva imposto de importação, menciona perseguição a Bolsonaro e coloca Alexandre de Moraes no alvo da política externa dos EUA.